segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Novas tecnologias e o re-encantamento do mundo

O fascínio pelas tecnologias Mudanças que as tecnologias de comunicação favorecem Tecnologias na educação O fascínio pelas tecnologias Não são as tecnologias que mudam a sociedade, mas a sua utilização dentro do modo de produção capitalista, que busca o lucro, a expansão, a internacionalização de tudo o que tem valor econômico.
A rede Internet foi concebida para uso militar, com medo do perigo nuclear. Mas ao ser implantada a rede nas universidades, esse modelo não vertical se manteve e com isso propiciou-se a criação de inúmeras formas de comunicação não previstas inicialmente. E hoje nela você encontra tudo o que desejar.
Com tantas evoluções se tornou possível criar usos múltiplos e diferenciados para as tecnologias
É nisso que está o seu encantamento, o seu poder de sedução, pois com ela podemos fazer diversas coisas como: comunicar-nos, fazer propaganda, ganhar dinheiro, divertir-nos e etc. Mudanças que as tecnologias de comunicação favorecem O telefone celular vem dando-nos uma mobilidade inimaginável alguns anos atrás. Posso ser alcançado, se quiser, ou conectar-me com qualquer lugar sem depender de ter um cabo ou rede física por perto. Ela nos proporciona a modificar profundamente o conceito de tempo e espaço. A comunicação torna-se mais e mais sensorial, mais e mais multidimensional, mais e mais não linear. As técnicas de apresentação são mais fáceis hoje e mais atraentes do que anos atrás, o que aumentará o padrão de exigência para mostrar qualquer trabalho através de sistemas multimídia. Tecnologias na educação
As tecnologias de comunicação não mudam necessariamente a relação pedagógica. As Tecnologias tanto servem para reforçar uma visão conservadora, individualista como uma visão progressista.
O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante. Num segundo momento, coordena o processo de apresentação dos resultados pelos alunos.
Dupla: Iana Arlinda Nunes Taiza Alves Ribeiro Referências Bibliográficas - GARDNER, Howard. As estruturas da mente. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1994. - MORAN, José Manuel. Interferências dos Meios de Comunicação no nosso Conhecimento. INTERCOM Revista Brasileira de Comunicação. São Paulo, XVII (2):38-49, julho-dezembro 1994. - NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. - POSTMAN, Neil. Tecnopólio; A rendição da cultura à tecnologia. São Paulo: Nobel, 1994. -RECODER, Maria-José et alii. Informação Eletrônica e Novas Tecnologias. São Paulo: Summus, 1995.

sábado, 26 de outubro de 2013

AS MÚLTIPLAS FORMAS DE APRENDER - Alunas: CLAUDIANE SANTOS & MARLA DAYANA

A TECNOLOGIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA As tecnologias e mídias digitais, quando usadas com o intuito de contribuir no ensino e aprendizagem é sem dúvida essencial na educação atual. Portanto para inserção das tecnologias no ensino, é preciso domínio técnico-pedagógico para usar as mídias digitais a favor da aprendizagem.
ESTAMOS PREPARADOS PARA ACOMPANHAR A REVOLUÇÃO DIGITAL?
SALA DE AULA NA ERA DIGITAL A sala de aula precisa ser também um espaço para informar, divulgar e pesquisar atividades de aprendizagem, precisa ter recursos tecnológicos – internet; projetor multimídia, dentre outros; de modo contribuir para o ensino e aprendizagem de qualidade. MÚLTIPLAS APRENDIZAGENS
O PROFESSOR ATUAL O professor precisa ser pesquisador, isso implica estar sempre buscando a formação continuada, e fazer uso das tecnologias com humanismo e ética. é preciso que leve em conta que a tecnologia é um meio que contribui para o ensino e aprendizagem. TECNOLOGIA E SENSO CRÍTICO Sabemos que as mídias digitais tem seus inúmeros benefícios: comunicação, interação, mobilidade, informação,etc. Entretanto é preciso equilíbrio para fazer uso. Pois os recursos tecnológicos são um meio, e não um fim. REFERÊNCIA MORAN, José Manuel. Atividades e Experiências. As múltiplas formas de aprender – Julho 2005.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO (José Manuel Moran)

Do analógico para o digital (digitalização)
A digitalização permite registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo
Do físico para o virtual (virtualização)
Do fixo para o móvel (mobilidade) A mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos, previsíveis, determinados
Do massivo para o individual (personalização) Como as tecnologias afetam a educação? Esta sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular; As tecnologias chegaram na escola, mas estas sempre privilegiaram mais o controle, a modernização da infraestrutura e a gestão do que a mudança. Há avanços na virtualização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino. As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola) que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender. A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, e a Educação está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação. Valente (2011, p. 13-14) afirma que a aprendizagem acontece mediante duas abordagens, sendo a memorização de informação e a construção do conhecimento. Dessa forma, ter acesso a informações nos dias atuais é imprescindível, porém não é suficiente para conseguirmos sobreviver na sociedade do conhecimento. Precisamos de "informação para ser acessada e conhecimento para ser construído pelo aprendiz" (VALENTE, 2011, p. 14). Alguns problemas na integração das tecnologias na educação A escola é uma instituição mais tradicional que inovadora. Os modelos de ensino focados no professor continuam predominando, apesar dos avanços teóricos em busca de mudanças do foco do ensino para o de aprendizagem. Muitos professores têm medo de revelar sua dificuldade diante do aluno. Por isso e pelo hábito mantêm uma estrutura repressiva, controladora, repetidora. Os administradores se frustram ao ver que tanto esforço e dinheiro empatados não se traduzem em mudanças significativas nas aulas e nas atitudes do corpo docente. As mudanças na educação dependem, mais do que das novas tecnologias, de termos educadores, gestores e alunos maduros intelectual, emocional e eticamente; pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar; pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos. Grupo Simone Dias Simone Parcifico

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias

Introdução Educar é colaborar para que professores e alunos nas escolas e organizações - transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem. É ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional - do seu projeto de vida, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e de trabalho e tornar-se cidadãos realizados e produtivos. Na educação - nas organizações empresariais ou escolares - buscamos o equilíbrio entre a flexibilidade  e a organização. Ensinar de formas diferentes para pessoas diferentes Com a Internet estamos começando a ter que modificar a forma de ensinar e aprender tanto nos cursos presenciais como nos de educação continuada, a distância. A aquisição da informação, dos dados dependerá cada vez menos do professor. As tecnologias podem trazer hoje dados, imagens, resumos de forma rápida e atraente. E o papel do professor - é ajudar o aluno a interpretar esses dados, a relacioná-los, a contextualizá-los. O professor é um facilitador, que procura ajudar a que cada um consiga avançar no processo de aprender. Ele tem uma grande liberdade concreta, na forma de conseguir organizar o processo de ensino-aprendizagem, mas dentro dos parâmetros básicos previstos socialmente. Transformar a aula em pesquisa e comunicação Os grandes temas da matéria são coordenados pelo professor, iniciados pelo professor, motivados pelo professor, mas pesquisados pelos alunos, às vezes todos simultaneamente; às vezes, em grupos; às vezes, individualmente. É importante neste processo dinâmico de aprender pesquisando, utilizar todos os recursos, todas as técnicas possíveis por cada professor. Vale a pena descobrir as competências dos alunos que temos em cada classe. Quando vale a pena encontrar-nos fisicamente numa sala de aula? Vale a pena encontrar-nos no início de um processo específico de aprendizagem e no final, na hora da troca, da contextualização. Uma parte das aulas pode ser substituída por acompanhamento, monitoramento de pesquisa, onde o professor dá subsídios para os alunos irem além das primeiras descobertas, para ajudá-los nas suas dúvidas. Educar o educador Na educação, escolar ou empresarial, precisamos de pessoas que sejam competentes em determinadas áreas de conhecimento, em comunicar esse conteúdo aos seus alunos, mas também que saibam interagir de forma mais rica, profunda, vivencial, facilitando a compreensão e a prática de formas autênticas de viver, de sentir, de aprender, de comunicar-se. O contato com educadores entusiasmados atrai, contagia, estimula, os torna próximos da maior parte dos alunos. Mesmo que não concordemos com todas as suas ideias, os respeitamos. Educação para a autonomia e para a cooperação É importante educar para a autonomia, para que cada um encontre o seu próprio ritmo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, é importante educar para a cooperação, para aprender em grupo, para intercambiar ideias, participar de projetos, realizar pesquisas em conjunto. A tecnologia nos propicia interações mais amplas, que combinam o presencial e o virtual. O educador precisa estar atento para utilizar a tecnologia como integração e não como distração ou fuga. Experiências pessoais de ensino utilizando a Internet Ensinar utilizando a Internet exige uma forte dose de atenção do professor. Diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis, de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente. Alguns problemas no uso da Internet na educação Há uma certa confusão entre informação e conhecimento, Alguns alunos não aceitam facilmente essa mudança na forma de ensinar e de aprender. Facilidade de dispersão A impaciência  Conclusão Tanto nos cursos convencionais como nos a distância teremos que aprender a lidar com a informação e o conhecimento de formas novas, pesquisando muito e comunicando-nos constantemente. É importante sermos professores-educadores com um amadurecimento intelectual, emocional e comunicacional que facilite todo o processo de organização da aprendizagem. Pessoas abertas, sensíveis, humanas, que valorizem mais a busca que o resultado pronto, o estímulo que a repreensão, o apoio que a crítica, capazes de estabelecer formas democráticas de pesquisa e de comunicação. Universidade de Pernambuco Campus Petrolina Curso Pedagogia – 8º período Disciplina: Educação E Tecnologia Professora: Eliane Marques Menezes Alunas: Adnilda de Souza; Tatiane Silva; Referências: MORAN, José Manoel. Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologia. Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/uber.htm. Acesso em: 12 set, 2013.

A TV digital e a integração das tecnologias na educação - José Manuel Moran

Tudo começa a integrar-se com tudo, a falar com tudo e com todos. Tudo pode ser divulgado em alguma mídia. Todos podem ser produtores e consumidores de informação.
A TV DIGITAL E A INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS As tecnologias começaram e se mantiveram separadas – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital e agora a TV – e agora caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor.
PROBLEMAS QUE ENFRENTAMOS COM AS MÍDIAS DIGITAIS O problema do Brasil não é tecnológico, mas de desigualdade. Sem educação de qualidade, as pessoas têm menos poder de fazer crítica, de realizarem escolhas mais abrangentes. E nossa educação ainda é muito precária. CONCLUSÃO As tecnologias evoluem muito mais rapidamente do que a cultura. A cultura implica em padrões, repetição, consolidação. A cultura educacional, também. As tecnologias permitem mudanças profundas. Mesmo com tecnologias de ponta, ainda temos grandes dificuldades no gerenciamento emocional, tanto no pessoal como no organizacional, o que dificulta o aprendizado rápido. DISCENTES: ALINNE JAIANE, DIONE TEIXEIRA

Caminhos para a aprendizagem inovadora -José Manuel Moran

Aprendemos melhor quando vivenciamos, experimentamos, sentimos.
Aprendemos quando perguntamos, questionamos.
Aprendemos quando interagimos com os outros
Aprendemos pelo interesse, necessidade
Aprendemos também pelo estímulo, motivação
Conhecimento pela comunicação e pela interiorização
As tecnologias um processo dinâmico com informações inovadoras.
Os processos de conhecimento dependem profundamente do social, do ambiente cultural onde vivemos, dos grupos com os que nos relacionamos.
Equipe:Joseclelma dos Santos Silva Sidiclecia Ferreira da Silva

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

As mídias educam?
Computador X Televisão
As crianças ainda utilizam a televisão como meio de comunicação. Os meios de comunicação audiovisuais
CD
DVD Esses meios passam informações, mostram-nos modelos de comportamento, ensinam-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros. Mediando: professor- computador- aluno
Os três níveis:
ORGANIZACIONAL: Uma escola mais participativa, menos centralizadora, menos autoritária, mais adaptada a cada indivíduo.
DE CONTEÚDO: Uma escola que fale mais da vida, dos problemas que afligem os jovens.
COMUNICACIONAL: Conhecer e incorporar todas as linguagens e técnicas utilizadas pelo homem, valorizando as linguagens audiovisuais. A interação pais e professores com a mídia também é importante?
No ambiente familiar a criança vai desenvolver as suas conexões cerebrais, os seus roteiros mentais, emocionais e suas linguagens “Antes de pensar em produzir programas específicos para as crianças, convém retomar, estabelecer pontos com os produtos culturais que lhes são familiares.” Jesús Martín Barbero. Referência: BARBERO, Jesús Martín. Heredando el Futuro. Pensar la Educación desde la Comunicación, in Nómadas, Boggotá, septiembre de 1996, n. 5, p. 10-22. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE CAMPUS : PETROLINA CURSO : PEDAGOGIA VIII PROFESSORA: ELIANE MARQUES ALUNAS: JACLENE NOGUEIRA; MARIA DA SILVA pereira.